Franca, 30 de julho de 2010
 
         
 

           A quietude de Buritizal/SP reservas emoções surpreendentes para os aventureiros e aqueles que gostam da vida no campo. Localizada numa região de planalto cortado por vales, a encantadora cidade esconde belas cachoeiras na paisagem ao seu redor. Pequena e acolhedora, conserva ainda aspectos pitorescos de sua história, presentes em construções antigas e no jeito de ser de seu povo.
Seus habitantes, cerca de 4.000, ainda vivem da agropecuária, mas a atual administração municipal vislumbra no turismo a opção para o desenvolvimento econômico.
          A riqueza natural presente nos 267 k2 de área do município abriga belíssimos recantos que vem despertando o interesse de ecologistas, ambientalistas, empresários e apreciadores da natureza.
          Também de olho neste mercado promissor, empresários locais já estão se preparando para receber os turistas que começam a fazer parte da rotina da cidade.
          Próximo ao centro, encontra-se o pesque e pague Buritis, que possui tanques com uma grande variedade de peixes como: pintado, piau, tambaqui, pacu, tilápia, curimba e outros. Ali, o pescador pode saborear na hora o produto de sua pesca. Atento ao crescimento da pesca esportiva, produz iscas vivas que são comercializadas nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Goiás. O pesque e pague Buritis ingressou também no mercado da reprodução artificial e ostenta um laboratório equipado com 36 tanques.
          Ao conhecer Buritizal é obrigatória uma visita à Estância Véu das Noivas. O percurso de 5 km da cidade até o local emociona desde a descida da serra, com suas curvas acentuadas. Lá embaixo, em meio a frondosas árvores, existe uma extensa área de camping à beira do Córrego Bandeira, um convite tentador ao relaxamento. Não pense que pára por ai. A Estância dispõe ainda de confortáveis apartamentos e até um mini-mercado que abastece os visitantes.
          Há mais encantos no lugar. Soberana, a Cachoeira Véu das Noivas, uma das mais belas da região, faz jus ao seu nome. Para chegar à base de sua queda é preciso caminhar uns 2 km. O caminho é feito por trilha de terra batida e rochas, em meio à floresta de mata atlântica.

     
     
       
     
 
 
 
   
By Alsite